Mostrando postagens com marcador Palavra de Renovação. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Palavra de Renovação. Mostrar todas as postagens

domingo, 28 de abril de 2019

Contribuições

Temos compromissos sérios e urgentes a serem cumpridos neste ano, sem os quais será impossível avançarmos.
Cremos que Deus nos trouxe a essa ferramenta, pois é uma forma de discípulos, parceiros, aliançados e seguidores fazerem sua contribuição e acompanhar os valores arrecadados.
Onde os valores serão aplicados, todos poderão acompanhar vindo em nossas redes, cultos e reuniões, ou também através das nossas redes sociais.
Precisamos de sua voluntariedade.
Ajude-nos a manter as portas abertas.
PrJotha Júnior - Rede Rhema

sábado, 28 de abril de 2018

NOSSA IDENTIDADE EM CRISTO

Texto: “mas recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo, e sereis minhas testemunhas tanto em Jerusalém como em toda a Judéia e Samari a e até aos confins da terra” (At 1.8).

Introdução: Vivemos em meio a uma geração sem identidade, fraca, não sabendo o que são, por causa da distancia da fonte da vida, que é o nosso Deus, que é a matriz de tudo. Abaixo veremos algumas características de pessoas que são filhos de Deus, verdadeiros cristãos que andam e vivem na contra mão do mundo.

1. Um construtor que edifica sobre uma boa base, um bom alicerce.
“Todo aquele, pois, que ouve estas minhas palavras e as pratica será comparado a um homem prudente que edificou a sua casa sobre a rocha; e caiu a chuva, transbordaram os rios, sopraram os ventos e deram com ímpeto contra aquela casa, que não caiu, porque fora edificada sobre a rocha” (Mt 7.24, 25).
Ouvir e praticar a Palavra de Deus traz firmeza, solidez, sustentação.
Somos construtores que precisamos construir em bases sólidas, isto é, sobre princípios eternos.

2. Um guerreiro, que mesmo cansado persiste.
“Vindo Gideão ao Jordão, passou com os trezentos homens que com ele estavam, cansados, mas ainda perseguindo” (Jz 8.4).
Gideão e equipe, mesmos cansados e famintos não desistiram a ter ver concretizada a vitória.
O desgaste do cotidiano, as guerras espirituais, sonhos não realizados, não podem nos paralisar, precisamos ter no coração o que diz Ec 7.8: “Melhor é o fim das coisas do que o seu princípio; melhor é o paciente do que o arrogante”.

3. Um navegante que não se esquece da âncora.
“para que, mediante duas coisas imutáveis, nas quais é impossível que Deus minta, forte alento tenhamos nós que já corremos para o refúgio, a fim de lançar mão da esperança proposta; a qual temos por âncora da alma, segura e firme e que penetra além do véu” (Hb 6.18, 19).
Deus fez duas promessas aos seus filhos, frutificação e multiplicação no verso 14 de Hebreus 6, e deve ser onde precisamos lançar a nossa âncora, que nos trará firmeza e segurança quanto ao cumprimento das promessas mesmo em meio as tempestades que enfrentamos ao longo da vida terrena.

4. Um servo de Deus firme e inabalável.
“Graças a Deus, que nos dá a vitória por intermédio de nosso Senhor Jesus Cristo. Portanto, meus amados irmãos, sede firmes, inabaláveis e sempre abundantes na obra do Senhor, sabendo que, no Senhor, o vosso trabalho não é vão” (1 Co 15.57, 58).
O texto do apostolo. Paulo fala de firmeza, solidez e abundancia na obra do Senhor, trazendo como colheita uma promessa de vitória.
Esta palavra é muito pertinente, pois quando enfrentamos desafios temos uma tendência, por causa da alma, em paralisar as coisas do Reino de Deus, porém a promessa esta condicionada a estes princípios expostos no texto.

5. Uma testemunha de Cristo revestida de poder.
“mas recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo, e sereis minhas testemunhas tanto em Jerusalém como em toda a Judéia e Samaria e até aos confins da terra” (At 1.8).

6. Um soldado revestido de armadura.
“Quanto ao mais, sede fortalecidos no Senhor e na força do seu poder. Revesti-vos de toda a armadura de Deus, para poderdes ficar firmes contra as ciladas do diabo; porque a nossa luta não é contra o sangue e a carne, e sim contra os principados e potestades, contra os dominadores deste mundo tenebroso, contra as forças espirituais do mal, nas regiões celestes” (Ef 6.10-12).

7. Um atleta em busca da coroa.
“Não sabeis vós que os que correm no estádio, todos, na verdade, correm, mas um só leva o prêmio? Correi de tal maneira que o alcanceis.  Todo atleta em tudo se domina; aqueles, para alcançar uma coroa corruptível; nós, porém, a incorruptível. Assim corro também eu, não sem meta; assim luto, não como desferindo golpes no ar. Mas esmurro o meu corpo e o reduzo à escravidão, para que, tendo pregado a outros, não venha eu mesmo a ser desqualificado”( 1 Co 9.24-27).

Conclusão: Os tópicos acima, se vividos, observados, certamente nos trará uma vida diferenciada, isto é, vitoriosa.
Fonte: Prs. Roberto e Lourdes – Ministério Monte Sião

Pr. Jotta - Rede Rhema

sábado, 21 de abril de 2018

AMIZADE VERDADEIRA

TEXTO BASE: Provérbios 17:17

INTRODUÇÃO:

Uma das maiores dádivas na vida de uma pessoa é uma amizade verdadeira. Os amigos são entes muito queridos que, muitas vezes, são tão importantes quanto os nossos familiares. No entanto, nem toda a amizade é sadia e, por isso, agradável a Deus. Muitas amizades podem nos conduzir ao pecado, às coisas do mal e não ao bem. São amizades perniciosas, que insistem em levar o outro ao erro por meio de palavras, gestos, planos, etc. Esse é o tipo de amizade plantada por Satanás e que só prejudica as pessoas.

DISCUSSÃO:

Diante dessas afirmações, vamos analisar o que a Palavra de Deus nos fala a respeito da amizade:

Provérbios 18:24 nos mostra que existe um tipo de amigo que é aproveitador, interesseiro. Quem tem um amigo assim vai, mais cedo ou mais tarde, ter sérios problemas. No entanto, existem amigos que são mais íntimos que um irmão, ou seja, que está sempre disposto em oferecer e não receber;

Mateus 11:19 aponta que Jesus é visto como amigo dos pecadores, era o amigo certo em todas as horas. Ele é o amigo que ama os perdidos, os caídos, e que os ajuda a se erguerem para Deus;

Provérbios 13:20 deixa bem claro a diferença entre o amigo e o companheiro;

Provérbios 28:7 afirma que o amigo não nos acompanha no pecado, já o companheiro que acompanha no mal se torna cúmplice do pecado;

Habacuque 2:15 mostra que o companheiro da mentira tem objetivos malignos, enquanto Provérbios 10:12 diz que o amor cobre todas as transgressões;

Gênesis 9:20-25 compara a atitude de Cam com a de seus outros irmãos perante o pai embriagado, mostrando que o amigo verdadeiro não zomba, não coloca o outro em situações humilhantes e não fala mal.

Como podemos identificar uma amizade firmada em coisas más:

. O falso amigo fala mal dos irmãos;

. Fala mal da liderança da igreja;

. Cria e espalha fofocas;

. Semeia a discórdia entre irmãos (Provérbios 6:16-19).

E como são as amizades firmadas na fé em Cristo e aprovadas por Deus:

. Eles são amigos para orarem por si mesmos;

. Oram pelos outros;

. Ajudam o próximo;

. Aconselham e buscam conselhos segundo a Palavra de Deus;

. Amam a Cristo mais do que a si mesmos.

Vejamos o exemplo de uma amizade verdadeira:

. 1 Samuel 18:1-4 fala sobre a característica dessa amizade;

. Salmos 133: 1-3 aponta a amizade como uma união espiritual.

AMIZADE VERDADEIRA

Os amigos de verdade se amam, se identificam. Eles compartilham seus problemas, seus medos, suas angústias e tristezas. E, juntos, buscam soluções. Entre eles há um propósito muito sério. A amizade verdadeira leva o outro a ser bem sucedido, a se portar com prudência, a ser vitorioso e a conquistar o respeito dos outros. Já a amizade que causa ódio, brigas, intrigas e maledicência entre os irmãos não é sadia e deve ser evitada, pois Deus não está naquele meio.

1 Tessalonicenses 4:9 e 1 Pedro 1:22-23 mostram que a amizade verdadeira deve ser pura e santa.

PARA REFLETIR:

. Como Deus vê a amizade?

. Como costuma ser a amizade do mundo?

. Temos mais amigos ou companheiros (Provérbios 13:20)? Qual é a diferença entre eles?

. Como deve ser o amigo (Provérbios 28:7; Rute 1:16-17)?

. Você acredita que Deus aprova as suas amizades?

Pr. Jotta - Rede Rhema

sábado, 14 de abril de 2018

CHAMADOS PARA LIDERAR

Texto: 1 Timóteo 2:4

INTRODUÇÃO
Temos trabalhado nesses dias a visão de que cada membro é um ministro.
Pergunte: O que você entende por isso? R: você pode ser usado por Deus não apenas para ministrar na vida de seu próximo, mas principalmente para se tornar um líder.

1 – TODOS OS CRISTÃOS SÃO CHAMADOS PARA LIDERAR?
Sabe qual é o desejo de Deus para todos os cristãos? Que todos se tornem líder de célula e de ministérios. É isso mesmo, Deus quer ver você ministrando e liderando do mesmo modo que Ele quer que todos os homens sejam salvos (I Tm 2.4). Mas onde está escrito isso?

I Pe 2.9 – O que nós somos? Geração Santa, eleita, ou seja, separada para Deus, somos também sacerdotes reais. Ou sacerdotes do Rei Jesus. O que faz um sacerdote? O sacerdote era um LÍDER espiritual. Era responsável por trazer as pessoas para perto de Deus.

Um sacerdote é mais que um ministro, é um líder espiritual.
v. 9 – E para quê você foi chamado? Para anunciar o poder daquele que nos tirou das trevas e nos trouxe para Sua maravilhosa luz. Veja Também (Jo 15.16).

2 – TODOS OS CRISTÃOS FORAM CONSTITUÍDOS REIS E SACERDOTES
Se você ainda não está convencido leia Apocalipse 5.9,10 – Quando Jesus nos comprou com seu sangue, o que Ele fez de nós? Fez de nós reis e sacerdotes para Deus. O rei é um líder que governa, que dá a direção, que protege seu povo. O sacerdote é um líder que cuida da vida espiritual de seu povo.
Quem foi feito rei e sacerdote para nosso Deus? Você que está aqui, que entregou sua vida para Deus, que pertence ao Senhor Jesus. Você foi chamado para ser rei e sacerdote. Você como discipulador e como líder, quando dá cobertura espiritual, discípula, lidera, você está cumprindo o propósito de Deus, você está sendo um rei e um sacerdote.

3 – SOMOS REIS E SACERDOTES PARA DEUS
v. 9 Para quem fomos feitos reis e sacerdotes?
Para nosso Deus. Você não é líder para homens, para o mundo, para seu trabalho, para si mesmo, mas é para Deus que fomos feitos reis e sacerdotes.
Muitos têm se tornado líderes para homens, no trabalho, na política, mas muitos não têm se tornado para Deus.
Pergunte: Por que temos que ser reis e sacerdotes para Deus?
Porque somos dEle, comprados por Ele para trabalhar, liderar para Ele.
Rm 11.36 – O que esse verso nos ensina? Que tudo veio dEle, tudo foi criado por Ele e tudo é para Ele, para o louvor da sua glória.
Guarde este princípio: Quando nos dedicamos e damos o nosso melhor para os homens e para as coisas deste mundo, estamos desprezando e deixando Deus em segundo lugar. Mas, quando fazemos tudo com excelência para Deus, estamos honrando-O e Ele, sem dúvida, nos abençoará grandiosamente e realizará todos os nossos sonhos.

Guarde isso: Nós seremos totalmente realizados quando estivermos cumprindo os propósitos de Deus em nossa vida. Pois foi para isso que fomos criados.

CONCLUSÃO
Deus fez de nós reis e sacerdotes para que cada um exerça essa função. Através do discipulado, cobertura espiritual, liderança de célula, dessa maneira cumpriremos nosso propósito.
Líder, pergunte para sua célula: Você tem exercido seu papel de rei e de sacerdote? Você está levando a sério a tarefa de cuidar de seu irmão? Você tem respondido ao chamado para ser um futuro líder de célula? Ou está apenas na posição de receber? O rei e o sacerdote ministram, fazem, agem, são e estão sempre em ação.
Eles não recebem apenas, eles fazem as coisas acontecerem.

Pr. Jotta - Rede Rhema

sábado, 7 de abril de 2018

VIDA DE ORAÇÃO

Palavra - Mt. 6:1-15

OBJETIVO:

 Mostrar que Orar é muito mais do que uma reza e que as dificuldades para Orar são superadas quando entendemos a mensagem do Pai nosso.

CONTEXTO:

• No início da vida cristã, todos enfrentam dificuldade para orar (não há argumentos, a mente é bombardeada por pensamentos negativos etc.) 

• Os discípulos tiveram as mesmas dificuldades por isso, disseram: ENSINA-NOS A ORAR;

TRÊS RECOMENDAÇÕES PARA ORAÇÃO:

• Sinceridade,

• Lugar Secreto,

• Não usar vãs repetições (Reza);

MODELO DE ORAÇÃO

1. Redenção (v.9) “Pai Nosso” - Ninguém pode chamar a Deus de Pai sem ser redimido por Jesus.

Rom.3:23;5:8 - Ef.2:1-3 - Col.1:13 somos redimidos:

• Espiritualmente/Fisicamente/Materialmente

2. Autoridade (v.9) “Que estais no céus” Ireis 8:27 a Bíblia fala de Três céus (firmamento/regiões celestes/morada de Deus) Is.66:1.

3. Santificação “Santificado seja teu Nome” - Para se achegar a Deus tem que ser santificado - Gál.5:22-23 

4. Governo (v.10) “Venha teu reino” - O Reino de Deus deve ser estabelecido:

• Em Minha Vida/Em Minha Família/Em Minha Nação - Permitindo (Sl.2:8)

• 5. Evangelismo (v.10) “Faça-se a tua vontade” - Mt.28:19 (-Se conhece Jesus/- Se Capacita biblicamente/- Se Compartilha com os outros)

6. Provisão (v.11) “O pão nosso de cada dia...” - Ser Específico na oração (Mat.7:7)

7. Perdão (v.12) “Perdoa nossas dívidas...” - Perdão é uma DECISÃO Se não perdoa não há perdão.

8.  Proteção (v.13)“e não nos deixe cair em tentações...”Tg.1:13- Tentação/desejo - Deus a ninguém tenta.

Renunciar a carne todos os dias e colocar a armadura de Deus.

9. Liberação (v.13) “Livra-nos do mal” Isso implica a necessidade que o Senhor nos aguarde de:Destruição do Lar/Ruína/Financeira/Enfermidade/Acidentes/Críticas

10. Segurança (v.13) “Porque teu é o reino...” Podemos estar seguro pois Deus tem o controle de tudo.

CONCLUSÃO:

A Oração do “Pai Nosso” é uma reza para ser apenas repetida, mas um conjunto de princípios que nos ensina a orar como convém.  É importante aprender a orar para termos êxito na nossa vida de oração. A vida de oração deve ser um novo estilo de vida para nos.

APLICAÇÃO:

- Como está sua vida de oração? 

- Você tem orado ou rezado?

- Deus deseja uma vida de intimidade com você e isso vem através da oração diária, quero te desafiar hoje a fazer um compromisso com Deus de estabelecer uma disciplina de oração diária.

Pr. Jotta - Rede Rhema

sexta-feira, 30 de março de 2018

SEIS RAZÕES PARA CELEBRAR PÊSSACH

Páscoa é o segundo dia mais importante do calendário judaico. As famílias judaicas se reúnem para fazer um jatar ritual, chamado de Sêder, durante o qual elementos específicos recontam a história de Israel e da dramática libertação de seus ancestrais.
  1. Deus libertou o povo judeu de 400 anos de escravidão
Quatrocentos anos antes da Páscoa, Deus salvou o povo judeu de uma fome mortal, levando-os até a terra do Egito, a única nação preparada com armazéns cheios de comida. Através da soberania de Deus, José, um dos doze filhos de Israel, que havia sido vendido como escravo pelos seus irmãos, se tornou o segundo homem mais poderoso do Egito. Quando os israelitas se depararam com a fome, Faraó deu boas vindas a eles na terra do Egito por causa de José. Mas depois que Faraó morreu, seu sucessor colocou o povo judeu para trabalhar como escravos. Eles viveram em servidão até que Deus chamou a Moisés para ser Seu instrumento para libertá-los 400 anos depois, no dia da Páscoa. “Se Deus não tivesse nos libertado, ainda seríamos escravos”, diz a Hagadá de Páscoa.
  1. Deus demonstrou Seu poder através dos milagres que cercam a Páscoa
Faraó voltou atrás com a ideia de deixar o povo hebreu escravizado sair do Egito. Se eles partissem, ele perderia um milhão de trabalhadores. Ele recusou deixá-los ir e, fazendo isso, abriu a porta para Deus revelar o Seu poder a todo Egito. Após cada negativa obstinada de Faraó, Deus trazia uma praga sobrenatural sobre a nação egípcia. Desde gafanhotos até rãs, de feridas até água tornada em sangue, Deus demonstrou Seu poder por toda a terra.
Todos que resistiram às pragas reconheceram que o Deus de Israel era poderoso e estava determinado a libertar o Seu povo. Assim também Israel assistiu o Deus de seus patriarcas intervir em favor deles. Os milagres continuaram acontecendo mesmo após sua partida. Quando o exército de Faraó perseguiu os israelitas, eles atravessaram em terra seca, bem no meio do Mar Vermelho, uma vez que as suas águas se separaram, formando dois grandes paredões, um de cada lado. Através da Páscoa e do Êxodo, o Deus de Israel foi manifestado e glorificado, para que todos pudessem ver.
  1. Deus reafirmou Sua aliança com Abraão e separou o povo judeu para ser Seu povo escolhido
Por gerações, escravidão era tudo o que o povo judeu conhecia. Eles nasciam em escravidão e morriam em escravidão. Quando Deus interviu para libertá-los como povo, Ele demonstrou que não havia se esquecido deles. O Deus de Israel é fiel para cumprir Sua aliança com o patriarca Abraão. Ele não havia esquecido Sua promessa. A intervenção divina para libertar os filhos de Israel deixou claro que eles ainda eram o Seu povo e Ele ainda era o seu Deus. Ele os resgatou, eles deixaram de ser um povo subjugado e foram lembrados que eram povo chamado e escolhido.
Pessach
Keará (Prato especial para Pêssach) com os elementos usador no Sêder (Jantar).
  1. Deus libertou o povo judeu para dar a eles uma terra própria.
Os israelitas não sabiam para onde estavam indo, mas eles sabiam que Deus os havia libertado e prometera dar a eles uma “terra grande e boa”, onde eles habitariam como nação (Êxodo 3:8). Eles não mais serviriam a Faraó. Eles habitariam na terra dada a eles por Deus. Israel estava a ponto de se tornar uma nação com uma terra própria. O impacto dessa concessão de terra reverbera através dos séculos, permanecendo forte e verdadeiro, apesar de vários exílios ao longo dos anos ou opiniões divergentes de hoje. A Páscoa abriu a porta para se receber a Terra Prometida.
  1. Deus estabeleceu um divisor de águas para o povo judeu e uma herança de fé para ser transmitida a todos os povos
A Páscoa é conhecida como um evento divisor de águas na história judaica. Foi um marco, um momento decisivo para o povo judeu. Tudo mudou para eles com a Páscoa. Deus os resgatou, preservou e chamou para que fossem Seu povo em uma terra que seria deles. Imediatamente após sua partida do Egito, Ele instituiu a Festa da Páscoa como um memorial perpétuo da surpreendente proeza que foi a libertação. Deus estabeleceu um compromisso anual com Israel, para que eles se lembrassem intencionalmente do que Deus havia feito por eles na Páscoa e no Êxodo. Milhares de anos depois, o povo judeu comemora esta data e repassam aos seus filhos, perpetuando um legado de fé em um único e verdadeiro Deus, assim como Ele ordenou.
  1. Deus revelou uma breve visão profética do que seria a morte sacrificial do Messias prometido
Pelo desígnio soberano de Deus, as Festas de Israel estabelecidas em Levítico 23 servem como uma sombra profética do plano redentor de Deus para a humanidade. Em Páscoa está figurada a morte do Messias a fim de nos libertar da escravidão do pecado. Também vemos alusão ao reino messiânico e do mundo vindouro.
A última praga no Egito foi a morte dos primogênitos de todas as casas. Deus revelou a Israel a única forma de eles serem poupados: eles teriam que sacrificar um cordeiro sem mácula e passar o seu sangue nos umbrais das portas de suas casas. Só assim, o anjo da morte passaria por cima de suas casas e seus primogênitos seriam poupados.
1 Coríntios 5:7 diz que “o Messias, nosso cordeiro pascal, foi sacrificado”. Yeshua (Jesus) derramou seu sangue para cobrir os nossos pecados e sua morte sacrificial em nosso lugar, quando recebida por fé, nos liberta da escravidão do pecado.
Enquanto as famílias judias se reúnem na Páscoa, elas se lembram e ensinam à próxima geração sobre o evento que os libertou como povo de Deus. Enquanto judeus messiânicos celebram a Páscoa, eles também celebram a libertação eterna providenciada pelo Messias Yeshua e apontam para a redenção futura onde “todo Israel será salvo”. Chag Pessach Sameach (Feliz Festa de Páscoa)!
Por Jonathan Bernis
Pr. Jotta - Rede Rhema

quinta-feira, 6 de julho de 2017

O PODER DA INTERCESSÃO

O Poder da Intercessão é algo que não pode faltar na vida do cristão. Temos exemplos poderosos na Palavra, que nos inspiram a sermos intercessores e vermos o Senhor operando em nosso favor.

Ana, a personificação da intercessão 
A história de Ana é muito linda. Ela é a personificação da perseverança e da intercessão. O desejo do coração dela era ter um filho e esse desejo não era movido pela competição de Penina, a outra mulher do seu marido Elcana, que insistia com ela que ele era melhor do que 10 filhos.
Em I Samuel 1:9-20, lemos: “Então Ana se levantou, depois que comeram e beberam em Siló; e Eli, sacerdote, estava assentado numa cadeira, junto a um pilar do templo do Senhor. Ela, pois, com amargura de alma, orou ao Senhor, e chorou abundantemente. E fez um voto, dizendo: Senhor dos Exércitos! Se benignamente atentares para a aflição da tua serva, e de mim te lembrares, e da tua serva não te esqueceres, mas à tua serva deres um filho homem, ao Senhor o darei todos os dias da sua vida, e sobre a sua cabeça não passará navalha. E sucedeu que, perseverando ela em orar perante o Senhor, Eli observou a sua boca. Porquanto Ana no seu coração falava; só se moviam os seus lábios, porém não se ouvia a sua voz; pelo que Eli a teve por embriagada. E disse-lhe Eli: Até quando estarás tu embriagada? Aparta de ti o teu vinho. Porém Ana respondeu: Não, senhor meu, eu sou uma mulher atribulada de espírito; nem vinho nem bebida forte tenho bebido; porém tenho derramado a minha alma perante o Senhor. Não tenhas, pois, a tua serva por filha de Belial; porque da multidão dos meus cuidados e do meu desgosto tenho falado até agora. Então respondeu Eli: Vai em paz; e o Deus de Israel te conceda a petição que lhe fizeste. E disse ela: Ache a tua serva graça aos teus olhos. Assim a mulher foi o seu caminho, e comeu, e o seu semblante já não era triste. E levantaram-se de madrugada, e adoraram perante o Senhor, e voltaram, e chegaram à sua casa, em Ramá, e Elcana conheceu a Ana sua mulher, e o Senhor se lembrou dela. E sucedeu que, passado algum tempo, Ana concebeu, e deu à luz um filho, ao qual chamou Samuel; porque, dizia ela, o tenho pedido ao Senhor.” 
Ana, pelo poder da intercessão, alcançou de Deus o que tanto queria. Ela orou pedindo um filho e teve sua oração atendida. Ela não desistiu, mesmo ao ser confundida por bêbada pelo profeta Eli. Prosseguiu na oração e explicou ao profeta como sua alma estava amargurada pelo desejo de ser mãe.
Podemos vencer nossas dificuldades, desejos e anseios pelo poder da oração, pela intercessão. Deus não resiste a um coração quebrantado. Mas, ao recebermos a bênção de Deus, devemos cumprir com o nosso voto, como fez Ana que trouxe o filho Samuel para morar na Casa do Senhor.

Ester, intercessora estrategista 
“Então Mardoqueu mandou que respondessem a Ester: Não imagines no teu íntimo que por estares na casa do rei, escaparás só tu entre todos os judeus. Porque, se de todo te calares neste tempo, socorro e livramento de outra parte sairá para os judeus, mas tu e a casa de teu pai perecereis; e quem sabe se para tal tempo como este chegaste a este reino. Então disse Ester que tornassem a dizer a Mardoqueu. Vai, ajunta a todos os judeus que se acharem em Susã, e jejuai por mim, e não comais nem bebais por três dias, nem de dia nem de noite, e eu e as minhas servas também assim jejuaremos. E assim irei ter com o rei, ainda que não seja segundo a lei; e se perecer, pereci. Então Mardoqueu foi, e fez conforme a tudo quanto Ester lhe ordenou.” 
Ester foi uma mulher fenomenal, inteligente e mostrou que se importava com o bem-estar do seu tio e do seu povo, provando que mantinha gratidão no coração. Ela foi estrategista ao saber que seu povo estava prestes a desaparecer e providenciou socorro e livramento para os judeus, através de intercessão e jejum.
É tremendo quando entendemos qual o propósito de Deus para nossas vidas, como aconteceu com Ester. Ao ouvir de Mardoqueu “... e quem sabe se para tal tempo, como este, chegaste ao reino? (Ester 4:14), tomou providência, buscando em Deus a solução.
A Bíblia narra que Ester conseguiu ser rainha porque era muito bela, a mais linda das mulheres levadas para o palácio. Mas ela não se utilizou da beleza para reverter o quadro que assolava o seu tio e o povo judeu, que era o seu povo também. Antes, designou jejum de três dias para obter vitória, e foi o que aconteceu.

Eunice e Lóide, intercessoras poderosas
Eunice e Lóide foram duas mulheres exemplares na criação dos filhos. Paulo as cita em uma das cartas que escreve a Timóteo. Elas eram mulheres de fé, que ensinaram a Timóteo o valor de se perseverar fiel às doutrinas recebidas, mesmo quando já não estavam por perto.
Elas conheciam o poder da intercessão e por isso venceram os tempos difíceis, ensinando Timóteo a ser um homem de Deus, firme no propósito. E ele se tornou um grande homem e um grande discípulo para Paulo.
Hoje vivemos dias difíceis com tantas facilidades que o mundo oferece. Criar filhos, a cada dia, tem-se tornado um desafio. Ensinamos os caminhos de Deus, e parece que o mundo quer contrariar nossos padrões de verdade. O que está errado? Faltam mais intercessores. Faltam mulheres e homens movidos pelo poder da intercessão.
Esses exemplos são valorosos porque nos mostram quantas conquistas podemos alcançar pelo poder da intercessão. Quando olhamos para Ana, podemos dizer que ela foi a personificação da intercessão. Quando olhamos para Ester, podemos dizer que ela foi uma intercessora estrategista. Quando olhamos para Eunice e Loide, podemos ver que elas formaram um Pastor de excelência, um homem muito precioso, extremamente fiel à sã doutrina, um guardador de princípios e um homem decidido a agradar o coração de Deus, pelo poder da intercessão e por serem modelo. 
Se todas essas pessoas alcançaram grande êxito pelo poder da intercessão, nós também somos capazes. Sabendo, é claro, que todos temos lutas e enfrentamos momentos de guerras, mas em tudo somos mais que vencedores.
Pr. José Júnior, auxiliar
Missão Mundial Guerreiros da Fé
Sede - Umuarama/PR

domingo, 8 de janeiro de 2017

DEUS RESPONDE AO CLAMOR DE UM JUSTO

“Clama a mim e responder-te-ei e anunciar-te-ei, coisas grandes e firmes que ainda não sabes.” (Jeremias 33:3)

O clamor citado no versículo acima é o poder da intercessão. A Bíblia nos ensina que devemos entrar no mundo espiritual com autoridade, pelo novo e vivo caminho que Yeshua inaugurou para nós. Esse tipo de intercessão é um grito de intensidade para que seja ouvido nas regiões celestes. Muitas vezes, somos tímidos, não sabemos orar, buscar a Deus e tomar posição da nossa herança.


A intercessão abre os Céus sobre a nossa cabeça e traz uma bênção especial sobre a nossa vida. Deus tem projetos para filhos que geram intimidade com Ele, mas despreza os que fazem a rota da maldade. O Senhor Se alegra com um filho que sente desejo pelo caminho da intimidade com Ele, e que faz uma senda de comunhão para entrar na Sua sala e se deliciar nos Seus banquetes. Existe uma bandeira estendida sobre esses, é a bandeira do amor! “Levou-me à casa do banquete, e o seu estandarte sobre mim era o amor.” (Cantares 2:4)


Precisamos orar para que coisas grandes e significativas aconteçam no nosso histórico. Somos construtores de histórias novas, e a intercessão é a ferramenta precípua para que esses milagres se manifestem. Por um acaso nos aconteceria uma grande mudança sem que alguém gerasse ou que tivesse sido gerada por outrem? Não! Por isso, precisamos, como justos, gerar tudo pela intercessão. Então, o que devemos fazer?


1. Clamar como um justo, para ter uma nova história

Precisamos escrever uma nova história, a história de campeões que não se deixam abater pela corrida desonesta desta vida agitada. São homens e mulheres que têm os olhos voltados para o Trono, para o alto, para o socorro e a ajuda, que não falha jamais. “Elevo os meus olhos para os montes, de onde me vem o socorro. Meu socorro vem do Senhor que fez os céus e a terra.” (Salmos 121:1,2). Homem, mulher, casais, que decidem caminhar para o Trono e buscar o socorro do alto. Pela oração, conhecem o Deus que responde a filhos, pois O têm como Pai.

O Senhor nos ensina a clamar, e essa palavra significa gerar com intensidade, fazer acontecer pela insistência, persistir até que a porta se abra, tomar posse de uma promessa até que se manifeste. Vemos que esse texto fala de uma atitude no mundo espiritual. Precisamos entrar com autoridade na presença de Deus. Não existem limites para quem ora. O inimigo teme um líder que ora, pois ele sabe que o canal da intimidade com o Pai estará aberto. Os gritos das intercessões – “Clama a mim!” – são estimulados pelo próprio Deus, para que possamos entrar num outro nível de comunhão.


Nenhum ser humano vai obter uma história de êxito se não ousar entrar na intimidade com Deus. A glória do mundo é passageira, a herança do justo é eterna. “Bem-aventurado aquele cuja transgressão é perdoada, e cujo pecado é coberto. Bem-aventurado o homem a quem o Senhor não imputa maldade, e em cujo espírito não há engano. Quando eu guardei silêncio, envelheceram os meus ossos pelo meu bramido em todo o dia. Porque de dia e de noite a tua mão pesava sobre mim; o meu humor se tornou em sequidão de estio. Confessei-te o meu pecado, e a minha maldade não encobri. Dizia eu: Confessarei ao Senhor as minhas transgressões; e tu perdoaste a maldade do meu pecado. Por isso, todo aquele que é santo orará a ti, a tempo de te poder achar; até no transbordar de muitas águas, estas não lhe chegarão. Tu és o lugar em que me escondo; tu me preservas da angústia; tu me cinges de alegres cantos de livramento.” (Salmos 32:1-7)


Essa é a sorte do justo. Só escreveremos uma verdadeira história se o Senhor for o pergaminho, a Sua palavra, a tinta, e a Sua mão a caneta espiritual para mudar a nossa história e nos dar uma nova alegria.


2. Clamar como justo, para Deus responder

‘Clama a Mim’. Para quê? Para termos respostas. Hoje o mercado está cheio de propostas da doutrina do comportamento, da confissão positiva. A ciência do comportamento está estimulando aos seus leitores, que são milhões, a entrarem numa busca sem resultado, pois é a doutrina da autoajuda e não da ajuda do Alto. Nós podemos ter uma mente programada apenas no efêmero e não no necessário. A Palavra nos estimulará a entrarmos com ousadia na presença do Senhor. Busque do Alto a ajuda! “Tendo, pois, irmãos, ousadia para entrar no santuário, pelo sangue de Jesus...” (Hebreus 10:19)

Isso significa que uma geração vai frustrar-se de buscar ajuda em homens, em indivíduos, em coisas e em situações confortáveis. Nós precisamos de Deus. Esse clamor deve ser direcionado para o Pai. A Bíblia diz que, quando Jesus orava, olhava para o alto e dizia: Pai, eu sei que tu sempre me ouves! “E Jesus, levantando os olhos para cima, disse: Pai, graças te dou, por me haveres ouvido. Eu bem sei que sempre me ouves...” (João 11:41,42)


Precisamos fitar os nossos olhos para o Alto e clamar, gerar com intensidade situações favoráveis. As realidades podem mudar quando clamamos a Deus. É impossível uma pessoa, por mais despreparada que seja, entrar na presença de Deus, clamar a Ele com toda a sua intensidade, e não ser ouvida. Seja o lugar mais terrível que for, se clamar, Deus ouve. “E orou Jonas ao Senhor, seu Deus, das entranhas do peixe. E disse: Na minha angústia clamei ao Senhor, e ele me respondeu; do ventre do inferno gritei, e tu ouviste a minha voz (...) Falou, pois, o Senhor ao peixe, e este vomitou a Jonas na terra seca.” (Jonas 2:1-10)


Precisamos ter convicção de que, quando clamamos, Deus nos responde. Não podemos ficar estáticos diante das circunstâncias, nem perdermos tempo diante do dia mau. Chegou o tempo da oportunidade, então vamos clamar a Deus, e as respostas estarão na nossa casa, na nossa família. Lembre-se: mesmo nas situações que não são favoráveis ou em lugares terríveis, quando clamamos, o Senhor nos responde!


3. Clamar como justo, para Deus nos honrar

Precisamos ser honrados. Os justos não serão desamparados. Mas o nosso clamor, o gerar com intensidade, é necessário para que a honra do Senhor nos assista. Quando guardamos o princípio, Deus tem prazer em estabelecer o Seu plano e projeto. Muitos que estão sendo alcançados por essa palavra serão poderosamente honrados por Deus. O clamor do justo toca o Trono de Deus, e a resposta dEle é honra para Seu filho.

A Palavra diz em Isaías que devemos clamar a Ele com toda força do nosso pulmão, como voz de Shofar, como voz de trombeta, e a maldição de Jacó será arrancada, e a bênção de Israel virá sobre a nossa casa e descendentes. Esse texto também afirma que nosso grito será ouvido nos céus da presença do Senhor, e a nossa cura virá apressadamente (leia atentamente o texto de Isaías 58:1-8).


Somos uma Geração de Justos, que aprendeu a gritar diante do Senhor, crédulos de que Ele nos ouvirá e mudará a nossa sorte. Ele mesmo curará a nossa ferida, ligará as nossas enfermidades, encherá de alegria a nossa casa, e romperá de glória a nossa história.


Este é o tempo da intercessão, é o tempo da busca, é o tempo da oportunidade, é o tempo da visitação. Virá uma nuvem de glória sobre nossa casa, sobre nossa família, sobre nosso bairro, sobre nossa cidade, sobre nosso estado e sobre nossa Nação. É uma nuvem nova sobre nós, por causa da intercessão dos justos. É um tempo de oportunidade, e haverá uma explosão de salvação, pois o tempo do Senhor chegou ao nosso arraial. Esta é a hora!


Somos justos, e o Senhor tem prazer em nos responder, e nos revelar coisas grandes e firmes. Estamos crédulos que se instalou um novo tempo sobre nós. Gerar com intensidade. Esse é o desejo de todos. Precisamos ser intensos no clamar, pois esse é o poder da intercessão de um justo.


Os justos estão gerando uma geografia nova. Este é o tempo em que Deus usará a nossa boca, e juntos mudaremos o histórico da nossa vida e daqueles que nos rodeiam. Este é o tempo de Deus construir as Suas novidades em nós. Você quer? Você está desafiado? Você deseja isso para sua vida e família?


Então, como justo, entre na presença do Senhor. “Clama a mim, e responder-te-ei, e anunciar-te-ei coisas grandes e firmes que ainda não sabes”. Quer saber? Então, grite, clame! Chegou a sua hora! Gere situações favoráveis, pois você é um intercessor!


Pr. José Júnior
Guerreiros da Fé - Sede Estadual/SP

domingo, 1 de janeiro de 2017

Calendário 2017 (5777-5778)

MOEDIM: Tempos Festivos
Calendário 5777-5778 (2017) 
OBS: Este calendário foi fixado exclusivamente conforme normas estabelecidas nas Escrituras
MARÇO
11 (noite) a 12 (noite) - Purim
ABRIL
10 (noite) – Seder de Pessach
11 (noite) a 12 (noite) – 1º dia de Pessach (proibição de trabalho)
12 (noite) a 13 (noite) – 2º dia de Pessach
13 (noite) a 14 (noite) – 3º dia de Pessach
14 (noite) a 15 (noite) – 4º dia de Pessach
15 (noite) a 16 (noite) – 5º dia de Pessach
16 (noite) a 17 (noite) – 6º dia de Pessach
17 (noite) a 18 (noite) – 7º dia de Pessach (proibição de trabalho)
MAIO
10 (noite) – Pessach Shení (destina-se aos que não participaram de Pessach)
JUNHO
3 (noite) a 4 (noite) – Shavuot (proibição de trabalho)
SETEMBRO
20 (noite) a 21 (noite) – Yom Teruá (ou Rosh HaShaná): proibição de trabalho
29 (noite) a 30 (noite) – Yom Kipur (proibição de trabalho)
OUTUBRO
4 (noite) a 5 (noite) – 1º dia de Sukot (proibição de trabalho)
5 (noite) a 6 (noite) – 2º dia de Sukot
6 (noite) a 7 (noite) – 3º dia de Sukot
7 (noite) a 8 (noite) – 4º dia de Sukot
8 (noite) a 9 (noite) – 5º dia de Sukot
9 (noite) a 10 (noite) – 6º dia de Sukot
10 (noite) a 11 (noite) – 7º dia de Sukot
11 (noite) a 12 (noite) – Sheminí Atseret (proibição de trabalho)
DEZEMBRO
12/12 (noite) a 20/12 (noite) - Chanuká